Atualmente,
uma das grandes preocupações ambientais está relacionada aos resíduos sólidos
gerados pela sociedade moderna e consumista. Com a intensificação do processo
industrial, aliado ao crescimento da população e à consequente demanda por bens
de consumo, o homem tem produzido quantidades significativas de resíduos
sólidos sem base numa política clara e efetiva para sua eliminação, incapaz de
não gerar prejuízos a si próprio e ao meio ambiente.
Lixão é
uma forma inadequada de disposição final de resíduos sólidos, que se
caracteriza pela simples descarga do lixo sobre o solo, sem medidas de proteção
ao meio ambiente ou à saúde pública. O mesmo que descarga de resíduos a céu
aberto.
No lixão não existe nenhum controle quanto aos
tipos de resíduos depositados e quanto ao local de disposição dos mesmos.
Nesses casos, resíduos domiciliares e comerciais de
baixa periculosidade são depositados
juntamente com os industriais e hospitalares, de alto poder
poluidor. Nos lixões pode haver outros problemas associados, como por exemplo a
presença de animais (inclusive a criação de porcos), a presença de catadores
(que na maioria dos casos residem no local), além de riscos de incêndios
causados pelos gases gerados pela decomposição dos resíduos e de
escorregamentos, quando da formação de pilhas muito íngremes, sem critérios
técnicos.
É método mais
utilizado no Brasil para dar destino ao lixo produzido e é sabidamente o que
mais causa danos ao homem e ao meio ambiente. Além de poluir o solo, atrair
insetos e ratos, causar doenças e até epidemias, esse lixo pode infiltrar-se no
solo e poluir os lençóis de águas subterrâneos, através do chorume um líquido
escuro produzido pela decomposição do material. Sem contar o odor insuportável
que maltrata tanto a população quanto o turismo, se for uma cidade que vive disso.

O
lixo descartado pela sociedade urbana é uma mistura complexa e de natureza
muito diversa. Como principais constituintes tem-se o material orgânico (resto
de alimentos e de material vegetal), papel, vidro, metais e plásticos. A
percentagem de cada um desses constituintes é variável e depende do nível de
desenvolvimento da sociedade local. Muito do material que é descartado no lixo,
tem valor em termos de conteúdo de nutrientes, conteúdo energético ou como
recurso a ser reciclado e reutilizado. Por isso, nos últimos anos, vários
estudos têm enfatizado a importância e o potencial associado à reciclagem do
lixo doméstico e destacado o impacto que isso pode exercer na redução da
quantidade do rejeito para disposição final, além de reduzir o impacto no meio
ambiente.
A descarga de resíduos sólidos em locais
inadequados, pode causar os seguintes problemas ambientais:
-
alterar a qualidade do ar em função das emanações de gases e poeiras;
- poluir as águas superficiais e
do subsolo pelos líquidos percolados (chorume) e pela migração de gases;
- agredir esteticamente o solo
devido ao espalhamento do lixo;
- atrair diversos vetores
causadores de enfermidades, como por exemplo ratos, moscas, baratas, etc.
Pensando
nesta realidade, nos dias 24 e 25 de Setembro de 2014, a secretária de educação
Fátima Viegas, a Secretária de Cultura, Turismo e do Meio ambiente Tânia Cabral,
O Secretário da Agricultura Nilson, a coordenadora da Saúde Nayane e os
diretores das escolas estadual e Municipal, foram ver de perto a atual situação
do lixão de nossa cidade e numa ação conjunta tentar encontrar meios para
acabar com essa triste situação.
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